À medida que vai sendo dado o conteúdo, deves ir realizando a seguinte ficha de trabalho
1. Refere as razões que levaram Napoleão Bonaparte a invadir
Portugal.
2. Justifica a partida da família real para o Brasil.
3. Descreve a situação económica, social e política de Portugal,
depois da saída da família real.
4. Em 1808 assiste-se à Abertura dos portos brasileiros ao comércio internacional.
a) Refere as consequências da abertura dos portos brasileiros às nações
estrangeiras.
1820 - Revolução liberal portuguesa
1821 - D. João VI regressa a Portugal
1822 - Primeira Constituição Liberal Portuguesa.
1826 - Morte de D.João VI . D. Pedro outorga a Carta Constitucional
1828 - D. Miguel regressa a Portugal e passa a governar como rei absoluto.
1832/1834 - Guerra Civil entre liberais e absolutistas
5. Salienta os aspectos mais relevantes que ficaram consagrados na Constituição
de 1822.
6. Explica a seguinte frase: “ A Carta Constitucional de 1826 era bastante mais
moderada do que a Constituição de 1822”.
7. Elabora um pequeno texto sobre a guerra civil entre absolutistas e liberais.
8. Explica o significado da Convenção de Évora Monte.
9. Explica de que forma as medidas levadas a cabo por Mouzinho da Silveira
contribuíram para abolir as estruturas do Antigo Regime.
10. Indica o grupo social mais beneficiado pela legislação de Mouzinho da Silveira.
BOM TRABALHO!
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
domingo, 27 de janeiro de 2013
HCA - Caso prático -A igreja de S.Pedro de Rates. Revisões para o teste de avaliação
Veja aqui a revisão do modulo 3
http://pt.scribd.com/doc/85257555/Mod3-aculturadomosteiro-HCA
Arquitetura românica portuguesa
Caso prático: a Igreja de S. Pedro de Rates.
-Aspecto:templo fortaleza
-É uma igreja românica que se insere numa zona rural.Possui fachada assimétrica e portal com arquivoltas.
Aspectos formais e temáticos da decoração escultórica do portal românico
• robustez dada por paredes espessas e apoiadas em contrafortes;
• emprego de materiais locais – na zona de Coimbra predomina o calcário;
• utilização do arco de volta perfeita;
• iluminação das igrejas a partir do janelão superior ou das rosáceas;
• preponderância da arquitectura religiosa ligada a mosteiros ou a grandes dioceses, como é o caso da Sé Velha de Coimbra.
Exemplo de alguns aspectos formais e temáticos , românicas visíveis nesta igreja::
• a representação temática inspira-se, sobretudo, nos Evangelhos, tendo uma clara intenção pedagógica e doutrinal (difusão da doutrina cristã);
• o tímpano mostra um relevo de Cristo em Majestade na mandorla mística;
• as arquivoltas são decoradas com motivos figurativos e geométricos;
• os colunelos encontram-se esculpidos de alto a baixo com uma grande variedade de motivos de forte peso simbólico: relevos vegetalistas, animalistas e representação rígida e imperfeita da figura humana (pormenor do portal);
• os capitéis são decorados com figuras de animais míticos. características seguintes, ou outras consideradas relevantes:
Algumas características da Igreja do Mosteiro de Alcobaça que pertencia à Ordem Religiosa de Cister:
• planta basilical ou em cruz latina;
• três naves – nave central e duas naves laterais;
• transepto saliente;
• abside com deambulatório;
• cobertura com abóbadas de arcos ogivais.
São Bernardo de Claraval
Reacção de Bernardo ao monaquismo (exemplos):
• monge da ordem beneditina, reage contra o excesso de riqueza da maioria das comunidades monacais;
• rejeição do mundo profano;
• mística que desconfia da beleza exterior;
• religiosidade fundada na contemplação da beleza da alma;
• censura a ostentação do clero e dos templos e o excesso de rituais;
• defende uma inteligência feita de amor, mais do que de erudição.
Materialização do ideal (exemplos)
• defende um quotidiano pautado pela oração, meditação e trabalho para a comunidade;
• defende o sacrifício em nome da fé: elevação do espírito pela mortificação do corpo;
• valoriza o sentimento, a fé, a vontade ética e o amor, que conduzem à ascese mística;
• opõe-se ao ensino da Escolástica e, de uma maneira geral, ao debate do texto religioso.
Consequências estéticas (exemplos)
• recusa o excesso nas decorações escultóricas (critica a decoração dos capitéis do românico, como exemplificada no texto) e nas alfaias religiosas dos conventos, mosteiros e igrejas, sustentando a austeridade dos paramentos e dos altares;
• a arquitectura religiosa deve reflectir simplicidade e abnegação: depuração arquitectónica nos capitéis, arcos, molduras e frisos;
• impõe-se a sobriedade do conjunto, sem interferência de peças escultóricas fora do contexto, para evitar a dispersão da atenção dos fiéis.
Monge da ordem beneditina, Bernardo de Claraval defende a humildade e o desprendimento em relação aos bens materiais. Impõe um programa que recusa o excesso deco
HCA A arte românica
http://www.slideshare.net/Goncaloandre95/o-romanicoemportugal-ruben-tiago-11811864
http://www.youtube.com/watch?NR=1&feature=endscreen&v=gHRieNKPUQM
http://espanha-imagens.blogspot.pt/#!/2012/02/teto-da-mesquita.html
http://youtu.be/txScHQsVLc8
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Veja aqui principais-museus-do-mundo
http://www.olhardigital.com.br/produtos/central_de_videos/faca-um-tour-virtual-pelos-principais-museus-do-mundo
HCA Ficha Formativa nº 3
1.Ordene cronologicamente, do mais antigo para o mais recente, os seguintes acontecimentos:
(A) Divisão do Império Romano em Ocidente e Oriente.
(B) Nascimento de Portugal.
(C) 1ª Cruzada.
(D) Árabes invadem a Península Ibérica.
2.
Seleccione a única alternativa que indica a definição do "período da História que se situa ente os séculos V e XV da Era Cristã. Começa com a queda do Império Romano do Ocidente e termina com a tomada de Constantinopla pelos Turcos Otomanos".
(A) Antiguidade Clássica.
(B) A Era dos Mosteiros.
(C) Idade Média.
(D) Muito Antigamente.
3.
Identifique os intervenientes na s Relações Senhoriais.
(A) Senhores Feudais e Camponeses.
(B) Patrões e operários.
(C) Suseranos e Vassalos.
(D) Cavaleiros e Peões.
4.
Identifique os intervenientes na s Relações Feudais.
(A) Senhores Feudais e Camponeses.
(B) Patrões e operários.
(C) Suseranos e Vassalos.
(D) Cavaleiros e Peões.
5.
Seleccione a única alternativa que indica a definição de "tipo de sociedade cujos caracteres determinantes são: um desenvolvimento levado até muito longe dos laços de dependência de homem para homem […] um parcelamento do poder político criando, em cada região, uma hierarquia de instâncias autónomas que exercem, no seu próprio interesse, poderes normalmente atribuídos ao Estado […]".
(A) Socialismo.
(B) Cristianismo.
(C) Feudalismo.
(D) Surrealismo.
6.
A Economia Europeia do século IX caracteriza-se por ser:
(A) urbana e comercial.
(B) industrial.
(C) rural e agrária.
(D) muçulmana.
8.
Durante toda a Alta Idade Média, a Igreja Cristã para além de obrigações religiosas, pastorais e doutrinais, exerceu um importante papel civilizacional.
(A) verdadeira.
(B) falsa.
(C) verdadeira apenas a 1ª parte.
(D) verdadeira apenas a 2ª parte.
9.
Seleccione a única alternativa que indica a definição de "comunidade de povos e nações que, professando a mesma fé, criaram entre si vínculos sociais, políticos, jurídicos e culturais daí decorrentes".
(A) Sarracenos.
(B) Comunidade Islamita.
(C) Europa Bárbara.
(D) Cristandade.
10.
Quem vivia nos Mosteiros?
(A) Abades ou Abadessas e Monges ou Monjas.
(B) Frades ou Freiras.
(C) Bispos e Padres.
(D) Soldados.
11.
Quem vivia nos Conventos?
(A) Abades ou Abadessas e Monges ou Monjas.
(B) Frades ou Freiras.
(C) Bispos e Padres.
(D) Soldados.
12.
Seleccione a única alternativa que indica a definição de "expedições religioso-militares destinadas a "libertar" os lugares sagrados da Terra Santa do jugo do islamismo".
(A) Grupos de Libertação.
(B) Corpo Expedicionário Europeu.
(C) Cruzadas.
(D) Expedições Europeias à Terra Santa.
13.
Seleccione a única alternativa que indica a definição de "pequenos mundos autónomos e auto-suficientes, virados para o seu interior e fechados ao exterior por portas, rigorosamente vigiadas e regulamentadas".
(A) Catedrais.
(B) Mosteiros.
(C) Igrejas.
(D) Fábricas.
FIM
(A) Divisão do Império Romano em Ocidente e Oriente.
(B) Nascimento de Portugal.
(C) 1ª Cruzada.
(D) Árabes invadem a Península Ibérica.
2.
Seleccione a única alternativa que indica a definição do "período da História que se situa ente os séculos V e XV da Era Cristã. Começa com a queda do Império Romano do Ocidente e termina com a tomada de Constantinopla pelos Turcos Otomanos".
(A) Antiguidade Clássica.
(B) A Era dos Mosteiros.
(C) Idade Média.
(D) Muito Antigamente.
3.
Identifique os intervenientes na s Relações Senhoriais.
(A) Senhores Feudais e Camponeses.
(B) Patrões e operários.
(C) Suseranos e Vassalos.
(D) Cavaleiros e Peões.
4.
Identifique os intervenientes na s Relações Feudais.
(A) Senhores Feudais e Camponeses.
(B) Patrões e operários.
(C) Suseranos e Vassalos.
(D) Cavaleiros e Peões.
5.
Seleccione a única alternativa que indica a definição de "tipo de sociedade cujos caracteres determinantes são: um desenvolvimento levado até muito longe dos laços de dependência de homem para homem […] um parcelamento do poder político criando, em cada região, uma hierarquia de instâncias autónomas que exercem, no seu próprio interesse, poderes normalmente atribuídos ao Estado […]".
(A) Socialismo.
(B) Cristianismo.
(C) Feudalismo.
(D) Surrealismo.
6.
A Economia Europeia do século IX caracteriza-se por ser:
(A) urbana e comercial.
(B) industrial.
(C) rural e agrária.
(D) muçulmana.
8.
Durante toda a Alta Idade Média, a Igreja Cristã para além de obrigações religiosas, pastorais e doutrinais, exerceu um importante papel civilizacional.
(A) verdadeira.
(B) falsa.
(C) verdadeira apenas a 1ª parte.
(D) verdadeira apenas a 2ª parte.
9.
Seleccione a única alternativa que indica a definição de "comunidade de povos e nações que, professando a mesma fé, criaram entre si vínculos sociais, políticos, jurídicos e culturais daí decorrentes".
(A) Sarracenos.
(B) Comunidade Islamita.
(C) Europa Bárbara.
(D) Cristandade.
10.
Quem vivia nos Mosteiros?
(A) Abades ou Abadessas e Monges ou Monjas.
(B) Frades ou Freiras.
(C) Bispos e Padres.
(D) Soldados.
11.
Quem vivia nos Conventos?
(A) Abades ou Abadessas e Monges ou Monjas.
(B) Frades ou Freiras.
(C) Bispos e Padres.
(D) Soldados.
12.
Seleccione a única alternativa que indica a definição de "expedições religioso-militares destinadas a "libertar" os lugares sagrados da Terra Santa do jugo do islamismo".
(A) Grupos de Libertação.
(B) Corpo Expedicionário Europeu.
(C) Cruzadas.
(D) Expedições Europeias à Terra Santa.
13.
Seleccione a única alternativa que indica a definição de "pequenos mundos autónomos e auto-suficientes, virados para o seu interior e fechados ao exterior por portas, rigorosamente vigiadas e regulamentadas".
(A) Catedrais.
(B) Mosteiros.
(C) Igrejas.
(D) Fábricas.
FIM
HCA - A Cultura do Mosteiro - Biografia -S. Bernardo de Claraval
S. Bernardo de Claraval
-Monge da ordem beneditina, Bernardo de Claraval defende a humildade e o desprendimento em relação aos bens
materiais. Impõe um programa que recusa o excesso decorativo dos elementos arquitectónicos e a decoração escultórica e que apresenta a sobriedade, a simplicidade e a depuração estruturais como características dominantes.
Reacção de Bernardo ao monaquismo (exemplos):
-monge da ordem beneditina, reage contra o excesso de riqueza da maioria das comunidades monacais;
-rejeição do mundo profano;
-mística que desconfia da beleza exterior;
-religiosidade fundada na contemplação da beleza da alma;
-censura a ostentação do clero e dos templos e o excesso de rituais;
-defende uma inteligência feita de amor, mais do que de erudição.
-Materialização do ideal (exemplos);
-defende um quotidiano pautado pela oração, meditação e trabalho para a comunidade;
-defende o sacrifício em nome da fé: elevação do espírito pela mortificação do corpo;
-valoriza o sentimento, a fé, a vontade ética e o amor, que conduzem à ascese mística;
-opõe-se ao ensino da Escolástica e, de uma maneira geral, ao debate do texto religioso.
Consequências estéticas (exemplos):
-recusa o excesso nas decorações escultóricas (critica a decoração dos capitéis do românico, como exemplificada
no texto) e nas alfaias religiosas dos conventos, mosteiros e igrejas, sustentando a austeridade dos paramentos e dos
altares;
-a arquitectura religiosa deve reflectir simplicidade e abnegação: depuração arquitectónica nos capitéis, arcos,
molduras e frisos;
impõe-se a sobriedade do conjunto, sem interferência de peças escultóricas fora do contexto, para evitar a
dispersão da atenção dos fiéis.
> Interpretação completa do texto e da figura, por referência ao solicitado.
> Utilização adequada e sistemática da terminologia específica da disciplina.
CONSEQUÊNCIAS DA REVOLUÇÃO FRANCESA, de Jean de Viguerie
Jean de
Viguerie
A
revolução foi uma ruptura em todos os domínios.
Primeiramente, no domínio político: depois de mil anos de estabilidade na
França, começou o reinado da instabilidade, isto é, a sucessão de regimes, de
repúblicas, de governos, de partidos. Desde 1789, a França anda à busca de uma
legitimidade. O assassinato do rei Luiz XVI, crime premeditado, crime deliberado
bem antes do processo que lhe foi intentado, como mostra um recente livro de
Madame Coursac, revestiu-se de uma significação profunda: foi um parricídio.
Ruptura no domínio das instituições e das leis: mil anos de leis, de costumes,
de instituições, de privilégios, de liberdades, abolidos de repente, sem
motivos.
Ruptura e degradação de uma sociedade: de um dia para o outro acabaram-se as
ordens, as corporações, as confrarias, as companhias, e o indivíduo se viu
sozinho diante do Estado.
E o
que dizer de todas as conseqüências que se seguiram?
O
atraso económico em primeiro lugar. No século XVIII a França multiplicara por
quatro seu comércio exterior. Vira uma notável expansão de sua costa atlântica.
O crescimento só retornará no Império, mas não passará de uma recuperação das
perdas sofridas durante a Revolução.
Em
seguida, o atraso demográfico. Desde 1801, na França, a curva de jovens é
constantemente decrescente. No século XVIII, sua população crescia no mesmo
ritmo que a da Inglaterra. A partir de 1800 nota-se o crescimento da população
britânica, a estagnação da população francesa. Em 1901, a densidade britânica é
de 163 habitantes por km2, a francesa de 73.
Atraso enfim no ensino. De um dia para o outro, dissolveu-se uma rede de escolas
que era a mais completa e a mais bela de toda a Europa (vinte e uma
universidades, mais de duzentos colégios, milhares de escolas primárias) e não a
substituíram por nada ou quase nada.
Depois da Revolução, foram necessários 30 anos para reconstruírem uma rede
escolar tão densa quanto a do "Ancient Régime". Em 1790, a supressão das ordens
religiosas teve, no domínio da vida espiritual, conseqüências desastrosas
incalculáveis; milhares de mosteiros com seus arquivos, suas bibliotecas, eram
centros de vida intelectual erudita. A Revolução expulsou os monges, os
edifícios foram deixados ao abandono, grande quantidade de livros e manuscritos
foram perdidos.
Mas
tudo isso não é nada ao lado da apostasia. A Constituinte provocou o cisma. A
Assembléia e a Convenção perseguiram a religião católica e descristianizaram
sistematicamente a França. O resultado é fácil de ver: em 1801, no momento da
Concordata, a proporção de franceses católicos praticantes caiu de 99% para 50%.
A metade da nação francesa deu as costas para Deus. Um século mais tarde, depois
de prodígios de apostolado e de santidade, o inventário era o mesmo: em 1914,
50% dos franceses fazem a Páscoa. O que quer dizer que a metade perdida entre
1789 e 1801, a Igreja nunca mais recuperou.
("Caractères
de l´Histoire de la France" -- Itineraires no. 271. Tradução: Permanência).
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