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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

REVOLUÇÃO LIBERAL PORTUGUESA – FICHA DE TRABALHO

À medida que vai sendo dado o conteúdo, deves ir realizando a seguinte ficha de trabalho

1. Refere as razões que levaram Napoleão Bonaparte a invadir
Portugal.
2. Justifica a partida da família real para o Brasil.
3. Descreve a situação económica, social e política de Portugal,
depois da saída da família real.
4. Em 1808 assiste-se à Abertura dos portos brasileiros ao comércio internacional.
a) Refere as consequências da abertura dos portos brasileiros às nações
estrangeiras.

 1820 - Revolução liberal portuguesa
1821 - D. João VI regressa a Portugal
1822 - Primeira Constituição Liberal Portuguesa.
1826 - Morte de D.João VI . D. Pedro outorga a Carta Constitucional
1828 - D. Miguel regressa a Portugal e passa a governar como rei absoluto.
1832/1834 - Guerra Civil entre liberais e absolutistas

5. Salienta os aspectos mais relevantes que ficaram consagrados na Constituição
de 1822.
6. Explica a seguinte frase: “ A Carta Constitucional de 1826 era bastante mais
moderada do que a Constituição de 1822”.
7. Elabora um pequeno texto sobre a guerra civil entre absolutistas e liberais.
8. Explica o significado da Convenção de Évora Monte.
9. Explica de que forma as medidas levadas a cabo por Mouzinho da Silveira
contribuíram para abolir as estruturas do Antigo Regime.
10. Indica o grupo social mais beneficiado pela legislação de Mouzinho da Silveira.

                                               BOM TRABALHO!

domingo, 27 de janeiro de 2013

HCA - Caso prático -A igreja de S.Pedro de Rates. Revisões para o teste de avaliação




Veja aqui   a revisão do modulo 3

http://pt.scribd.com/doc/85257555/Mod3-aculturadomosteiro-HCA

Arquitetura românica portuguesa

 Caso prático: a Igreja de S. Pedro de Rates.

-Aspecto:templo fortaleza
-É uma igreja românica que se insere numa  zona rural.Possui fachada assimétrica e portal com arquivoltas.
Aspectos formais e temáticos da decoração escultórica do portal românico
• robustez dada por paredes espessas e apoiadas em contrafortes;
• emprego de materiais locais – na zona de Coimbra predomina o calcário;
• utilização do arco de volta perfeita;
• iluminação das igrejas a partir do janelão superior ou das rosáceas;
• preponderância da arquitectura religiosa ligada a mosteiros ou a grandes dioceses, como é o caso da Sé Velha de Coimbra.
Exemplo de  alguns aspectos formais e temáticos , românicas visíveis nesta igreja::
• a representação temática inspira-se, sobretudo, nos Evangelhos, tendo uma clara intenção pedagógica e doutrinal (difusão da doutrina cristã);
• o tímpano mostra um relevo de Cristo em Majestade na mandorla mística;
• as arquivoltas são decoradas com motivos figurativos e geométricos;
• os colunelos encontram-se esculpidos de alto a baixo com uma grande variedade de motivos de forte peso simbólico: relevos vegetalistas, animalistas e representação rígida e imperfeita da figura humana (pormenor do portal);
• os capitéis são decorados com figuras de animais míticos. características seguintes, ou outras consideradas relevantes:
 Algumas características da Igreja do Mosteiro de Alcobaça que pertencia à Ordem Religiosa de Cister:
• planta basilical ou em cruz latina;
• três naves – nave central e duas naves laterais;
• transepto saliente;
• abside com deambulatório;
• cobertura com abóbadas de arcos ogivais.
São Bernardo de Claraval
Reacção de Bernardo ao monaquismo (exemplos):
• monge da ordem beneditina, reage contra o excesso de riqueza da maioria das comunidades monacais;
• rejeição do mundo profano;
• mística que desconfia da beleza exterior;
• religiosidade fundada na contemplação da beleza da alma;
• censura a ostentação do clero e dos templos e o excesso de rituais;
• defende uma inteligência feita de amor, mais do que de erudição.
Materialização do ideal (exemplos)
• defende um quotidiano pautado pela oração, meditação e trabalho para a comunidade;
• defende o sacrifício em nome da fé: elevação do espírito pela mortificação do corpo;
• valoriza o sentimento, a fé, a vontade ética e o amor, que conduzem à ascese mística;
• opõe-se ao ensino da Escolástica e, de uma maneira geral, ao debate do texto religioso.
Consequências estéticas (exemplos)
• recusa o excesso nas decorações escultóricas (critica a decoração dos capitéis do românico, como exemplificada no texto) e nas alfaias religiosas dos conventos, mosteiros e igrejas, sustentando a austeridade dos paramentos e dos altares;
• a arquitectura religiosa deve reflectir simplicidade e abnegação: depuração arquitectónica nos capitéis, arcos, molduras e frisos;
• impõe-se a sobriedade do conjunto, sem interferência de peças escultóricas fora do contexto, para evitar a dispersão da atenção dos fiéis.
 Monge da ordem beneditina, Bernardo de Claraval defende a humildade e o desprendimento em relação aos bens materiais. Impõe um programa que recusa o excesso deco


HCA A arte românica



 http://www.slideshare.net/Goncaloandre95/o-romanicoemportugal-ruben-tiago-11811864

 http://www.youtube.com/watch?NR=1&feature=endscreen&v=gHRieNKPUQM

 http://espanha-imagens.blogspot.pt/#!/2012/02/teto-da-mesquita.html


http://youtu.be/txScHQsVLc8

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Veja aqui principais-museus-do-mundo

http://www.olhardigital.com.br/produtos/central_de_videos/faca-um-tour-virtual-pelos-principais-museus-do-mundo

HCA Ficha Formativa nº 3

1.Ordene cronologicamente, do mais antigo para o mais recente, os seguintes acontecimentos:

(A) Divisão do Império Romano em Ocidente e Oriente.

(B) Nascimento de Portugal.

(C) 1ª Cruzada.

(D) Árabes invadem a Península Ibérica.

2.
Seleccione a única alternativa que indica a definição do "período da História que se situa ente os séculos V e XV da Era Cristã. Começa com a queda do Império Romano do Ocidente e termina com a tomada de Constantinopla pelos Turcos Otomanos".

(A) Antiguidade Clássica.

(B) A Era dos Mosteiros.

(C) Idade Média.

(D) Muito Antigamente.

3.
Identifique os intervenientes na s Relações Senhoriais.

(A) Senhores Feudais e Camponeses.

(B) Patrões e operários.

(C) Suseranos e Vassalos.

(D) Cavaleiros e Peões.

4.
Identifique os intervenientes na s Relações Feudais.

(A) Senhores Feudais e Camponeses.

(B) Patrões e operários.

(C) Suseranos e Vassalos.

(D) Cavaleiros e Peões.

5.
Seleccione a única alternativa que indica a definição de "tipo de sociedade cujos caracteres determinantes são: um desenvolvimento levado até muito longe dos laços de dependência de homem para homem […] um parcelamento do poder político criando, em cada região, uma hierarquia de instâncias autónomas que exercem, no seu próprio interesse, poderes normalmente atribuídos ao Estado […]".

(A) Socialismo.

(B) Cristianismo.

(C) Feudalismo.

(D) Surrealismo.

6.
A Economia Europeia do século IX caracteriza-se por ser:

(A) urbana e comercial.

(B) industrial.

(C) rural e agrária.

(D) muçulmana.

8.
Durante toda a Alta Idade Média, a Igreja Cristã para além de obrigações religiosas, pastorais e doutrinais, exerceu um importante papel civilizacional.

(A) verdadeira.

(B) falsa.

(C) verdadeira apenas a 1ª parte.

(D) verdadeira apenas a 2ª parte.

9.
Seleccione a única alternativa que indica a definição de "comunidade de povos e nações que, professando a mesma fé, criaram entre si vínculos sociais, políticos, jurídicos e culturais daí decorrentes".

(A) Sarracenos.

(B) Comunidade Islamita.

(C) Europa Bárbara.

(D) Cristandade.

10.
Quem vivia nos Mosteiros?

(A) Abades ou Abadessas e Monges ou Monjas.

(B) Frades ou Freiras.

(C) Bispos e Padres.

(D) Soldados.

11.
Quem vivia nos Conventos?

(A) Abades ou Abadessas e Monges ou Monjas.

(B) Frades ou Freiras.

(C) Bispos e Padres.

(D) Soldados.

12.
Seleccione a única alternativa que indica a definição de "expedições religioso-militares destinadas a "libertar" os lugares sagrados da Terra Santa do jugo do islamismo".

(A) Grupos de Libertação.

(B) Corpo Expedicionário Europeu.

(C) Cruzadas.

(D) Expedições Europeias à Terra Santa.

13.
Seleccione a única alternativa que indica a definição de "pequenos mundos autónomos e auto-suficientes, virados para o seu interior e fechados ao exterior por portas, rigorosamente vigiadas e regulamentadas".

(A) Catedrais.

(B) Mosteiros.

(C) Igrejas.

(D) Fábricas.

FIM

HCA - A Cultura do Mosteiro - Biografia -S. Bernardo de Claraval



S. Bernardo de Claraval
-Monge da ordem beneditina, Bernardo de Claraval defende a humildade e o desprendimento em relação aos bens

materiais. Impõe um programa que recusa o excesso decorativo dos elementos arquitectónicos e a decoração escultórica e que apresenta a sobriedade, a simplicidade e a depuração estruturais como características dominantes.

Reacção de Bernardo ao monaquismo (exemplos):


 

-monge da ordem beneditina, reage contra o excesso de riqueza da maioria das comunidades monacais;
 


 

-rejeição do mundo profano;


 

-mística que desconfia da beleza exterior;


 

-religiosidade fundada na contemplação da beleza da alma;
 

-censura a ostentação do clero e dos templos e o excesso de rituais;




-defende uma inteligência feita de amor, mais do que de erudição.



-Materialização do ideal (exemplos);



-defende um quotidiano pautado pela oração, meditação e trabalho para a comunidade;



 
 

-defende o sacrifício em nome da fé: elevação do espírito pela mortificação do corpo;




 

-valoriza o sentimento, a fé, a vontade ética e o amor, que conduzem à ascese mística;



 

-opõe-se ao ensino da Escolástica e, de uma maneira geral, ao debate do texto religioso.



Consequências estéticas (exemplos):

 

-recusa o excesso nas decorações escultóricas (critica a decoração dos capitéis do românico, como exemplificada



no texto) e nas alfaias religiosas dos conventos, mosteiros e igrejas, sustentando a austeridade dos paramentos e dos

altares;
 

-a arquitectura religiosa deve reflectir simplicidade e abnegação: depuração arquitectónica nos capitéis, arcos,



molduras e frisos;


impõe-se a sobriedade do conjunto, sem interferência de peças escultóricas fora do contexto, para evitar a



dispersão da atenção dos fiéis.
> Interpretação completa do texto e da figura, por referência ao solicitado.

> Utilização adequada e sistemática da terminologia específica da disciplina.

CONSEQUÊNCIAS DA REVOLUÇÃO FRANCESA, de Jean de Viguerie

 
Jean de Viguerie
A revolução foi uma ruptura em todos os domínios.
Primeiramente, no domínio político: depois de mil anos de estabilidade na França, começou o reinado da instabilidade, isto é, a sucessão de regimes, de repúblicas, de governos, de partidos. Desde 1789, a França anda à busca de uma legitimidade. O assassinato do rei Luiz XVI, crime premeditado, crime deliberado bem antes do processo que lhe foi intentado, como mostra um recente livro de Madame Coursac, revestiu-se de uma significação profunda: foi um parricídio.
Ruptura no domínio das instituições e das leis: mil anos de leis, de costumes, de instituições, de privilégios, de liberdades, abolidos de repente, sem motivos.
Ruptura e degradação de uma sociedade: de um dia para o outro acabaram-se as ordens, as corporações, as confrarias, as companhias, e o indivíduo se viu sozinho diante do Estado.
E o que dizer de todas as conseqüências que se seguiram?
O atraso económico em primeiro lugar. No século XVIII a França multiplicara por quatro seu comércio exterior. Vira uma notável expansão de sua costa atlântica. O crescimento só retornará no Império, mas não passará de uma recuperação das perdas sofridas durante a Revolução.
Em seguida, o atraso demográfico. Desde 1801, na França, a curva de jovens é constantemente decrescente. No século XVIII, sua população crescia no mesmo ritmo que a da Inglaterra. A partir de 1800 nota-se o crescimento da população britânica, a estagnação da população francesa. Em 1901, a densidade britânica é de 163 habitantes por km2, a francesa de 73.
Atraso enfim no ensino. De um dia para o outro, dissolveu-se uma rede de escolas que era a mais completa e a mais bela de toda a Europa (vinte e uma universidades, mais de duzentos colégios, milhares de escolas primárias) e não a substituíram por nada ou quase nada.
Depois da Revolução, foram necessários 30 anos para reconstruírem uma rede escolar tão densa quanto a do "Ancient Régime". Em 1790, a supressão das ordens religiosas teve, no domínio da vida espiritual, conseqüências desastrosas incalculáveis; milhares de mosteiros com seus arquivos, suas bibliotecas, eram centros de vida intelectual erudita. A Revolução expulsou os monges, os edifícios foram deixados ao abandono, grande quantidade de livros e manuscritos foram perdidos.
Mas tudo isso não é nada ao lado da apostasia. A Constituinte provocou o cisma. A Assembléia e a Convenção perseguiram a religião católica e descristianizaram sistematicamente a França. O resultado é fácil de ver: em 1801, no momento da Concordata, a proporção de franceses católicos praticantes caiu de 99% para 50%. A metade da nação francesa deu as costas para Deus. Um século mais tarde, depois de prodígios de apostolado e de santidade, o inventário era o mesmo: em 1914, 50% dos franceses fazem a Páscoa. O que quer dizer que a metade perdida entre 1789 e 1801, a Igreja nunca mais recuperou.
("Caractères de l´Histoire de la France" -- Itineraires no. 271. Tradução: Permanência).