Páginas

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Texto declamado pelo actor Miguel, na abertura da exposição do" Dia da História" na ESJM no dia 21 de Maio de 2014



Falemos da História
Sou o Tempo e o Espaço
Ando há muito apaixonado
Por uma  bela    Senhora
Que  não me deixa dormir descansado.

Há muito tempo a observo
Com ela sempre me deito
É a História, musa Clio
E vou falar a seu respeito.

É uma mulher fogosa
E a todos presta atenção,
Reis, Príncipes, Cavaleiros,
Senhores, Escravos,
Servos Escribas,
Charlatães, Monges e Monjas, Burgueses, Colarinhos Brancos e Capitalistas,
Gente Séria e Batoteira, Doidos Varridos
Pobres Mortais, Indigentes, Peregrinos,
Políticos,
Galãs, Gente Fina e Altaneira,
O Médico e a Parteira,
Agiotas, Banqueiros, Operários
Conformados,Terroristas
Arruaças, Utópicos, Libertinos,
Loiras Crianças,
E os chamados Meninos.

Esta História que conheço,
Podia ser mais decente,
Desde que saiu da Corte dá-se
Com toda a gente.



Cada vez mais alcoviteira
Levanta-se ao raiar do sol,
Quer saber tudo o que se passa
Desde a alcova até ao rol.

Mete o nariz em todo o lado,
Revolve pedra, matagais,
cartórios,bibliotecas, jornais
Todos estão ao seu serviço
 Doutores, filósofos, arqueólogos, paleógrafos, economistas,
 químicos, geógrafos, antropólogos, sociólogos,artistas  
E outros que tais.

Ela diz que tem um método
(a heurística, a analogia, o cruzamento de fontes)
Daquelas fontes que não têm água
Fontenários cuidados, alguns esmeradamente forjados,
recuperados, catalogados, guardados,
em arquivos depositados.

A esta senhora, tudo lhe chama atenção,
Desde que venha, da humana condição,
(Do perto, do longe, de cá e de lá)
Deseja encontrar as parcelas,
Que, distraída, perdeu ao longo do tempo.
E agora, velha e ligeira, diligente e sem demora
Procura juntar os dados, do jogo que deitou fora.
                                                                                                                                                  CM
                                                                                                                                             17/5/2014

O que é importante saber sobre as eleições europeias de 25 de Maio


 Sufrágio Tudo o que precisa saber sobre as eleições europeias

No próximo dia 25 realizam-se as eleições para o Parlamento Europeu, o órgão que representa na União Europeia, a voz dos 500 milhões de cidadãos europeus. Os portugueses vão eleger 21 deputados que farão parte do universo de 751 parlamentares eleitos pelos 28 Estados-membros da União Europeia. Mas estas eleições trazem novidades, saiba quais.

http://www.noticiasaominuto.com/politica/221395/tudo-o-que-precisa-saber-sobre-as-eleicoes-europeias?utm_source=gekko&utm_medium=email&utm_campaign=daily

terça-feira, 29 de abril de 2014

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Módulo 9- Os pólos de desenvolvimento económico



Finais do século XX    3  grandes  centros  do    desenvolvimento económico:
  1. EUA
  2. Europa Ocidental (UE)
  3. Países da Ásia Pacífico
Anos 70 – EUA, considerados a 1.ª sociedade de abundância.

 Detém sobre o resto do mundo:

1. Superioridade militar;

2. Próspera situação financeira;

3. Vanguarda do desenvolvimento científico e
tecnológico;

O que lhe permite afirmar-se como única superpotência
Vive por isso mesmo, numa conjuntura de prosperidade económica, onde impera a livre iniciativa e a livre concorrência.
 
50% da produção industrial;
2/3 das reservas de ouro mundial

Anos 80 – Consolidação da hegemonia americana, com os governos republicanos de:
  1. Ronald Reagan (1981-1989)
  2. George Bush (1989-1993)
  Adopção de medidas neo-liberais:
  a) redução da carga fiscal e encargos com a segurança social;
  b) atenuação das restrições aos despedimentos e à deslocação                                               
  de mão-de-obra excedentária;
  c) utilização, até ao limite, da força de trabalho precário e de
  mão-de-obra barata;
  d)avultados investimentos em maquinaria e equipamento de
  ponta, com vista ao aumento da produtividade e à diminuição
  dos custos de produção;
e) vulgarização do recurso ao crédito;
  f) política de valorização do dólar;
  g) liberalização da circulação financeira mundial, com o objectivo de
  atrair capitais estrangeiros e fomentar o retorno de capitais americanos
  investidos no globo);
  h) estabelecimento de relações políticas privilegiadas, como forma de
  garantir uma forte presença militar permitindo o controle da produção e
  o fornecimento do petróleo;
  i) expansão do mercado externo;
  Bill Clinton (1993-2001) – relações comerciais como Sudoeste Asiático:
  APEC – Cooperação Económica Ásia – Pacífico;
  - impulsionou a criação da NAFTA (North American Free Trade
  Association – Acordo de Comércio Livre da América do Norte) –
  instrumento de integração das economias do Canadá e do México com
  os EUA.

 EUA:
A Maior economia do mundo!
“Quando a economia americana espirra, a economia
Mundial constipa-se!!” 
 
Uma economia:
1.Sector primário também não sofreu abandono, são o maior exportador mundial de produções agrícolas;
2.Dinamismo industrial, sobretudo na alta tecnologia – 3.ª Revolução
Industrial: (pioneiros neste processo, ao lado do Japão)
1.Fortemente terciarizada, que exporta os seus serviços para todo o mundo e que produz cerca de 70% do seu produto interno Bruto (PIB);
  - Telecomunicações;
  - Informática;
  - Robótica;
Massificação do computador pessoal e criação da World Wide Web (www)
– parques tecnológicos – Tecnopólos.
Microsoft – nova realidade, a “economia digital” (imagem do motor da economia americana, antes era a indústria automóvel).
 
EUA
Hegemonia político-militar
Acabada a Guerra Fria…
  URSS – reduziu drasticamente os seus investimentos na produção de
  armamento, extinguindo-se como potência político-militar;
  JAPÃO – não considerava prioritária a indústria militar na sua economia;
  UNIÃO EUROPEIA – Não consegue chegar a consensos sobre a definição
  de uma política externa comum;
  EUA – apesar do fim da Guerra Fria:
  a) continuam a injectar muito dinheiro na indústria bélica e
  aeroespacial (supremacia no sector estratégico-militar);
  b) resistência em assinar tratados;
  c) continuidade à iniciativa de defesa estratégica (“Guerra das
  Estrelas” – Ronald Reagan)
 
d) recusam-se a assinar o Protocolo de Quioto;
  e) afirmam-se como os “polícias do mundo”;
  f) rejeitam submeter os seus militares à acção do Tribunal
  Penal Internacional (crimes de guerra, crimes contra a humanidade,
  genocídios);
  g) desenvolvem intensos programas de inovação tecnológica
  (guerra cirúrgica ou guerra electrónica);
             interesses geoestratégicos no Ocidente.
  intervenções com o objectivo de combater o avanço do
  Comunismo na América Central, Ásia e África:
  1. ataque contra alvos na Líbia (1986 – ataque de aviões da força
  aérea americana, alegando o apoio do ditador Kadafi ao terrorismo
  internacional);
  2. intervenção militar na Guerra do Golfo contra o Iraque (1991 –
  por ter ocupado o vizinho Kuweit, violando o direito internacional);
 
3. lançamento da operação “Devolver a Esperança” – Somália (1992 e
  1994): distribuição de alimentos e com o intuito de manter a ordem social
  (americanos humilhados pelos rebeldes somalis);
  4. intervenção militar na ex-Jugoslávia (Sérvia, 1999), acusada de violar
  os direitos do Homem na acção de repressão sobre a população albane-
  sa da província do Kosovo, integrado numa força multinacional, no âm-
  bito da NATO.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Confira o TPC de férias

.1 Explicitação clara de três dos seguintes aspetos da política internacional característicos do tempo da guerra fria criticados por Gorbatchev:

–corrida aos armamentos;
–equilíbrio pelo terror ou ameaça nuclear;
–clima de tensão entre os dois blocos político
-militares, um liderado pelos EUA e, o outro, pela URSS;
–conflitos regionais.
 
Utilização adequada e sistemática da terminologia específica da disciplina.
 
I.2 - Enunciado claro de três dos seguintes problemas mundiais que têm de ser resolvidos para «[...] construir um mundo novo.», expressos no documento:
 
– contradições e limites do modelo industrial tradicional;
– degradação ambiental ou perigo de catástrofe ecológica;
– fosso entre países desenvolvidos e países em vias de desenvolvimento;
– ameaça e uso da força como instrumento da política internacional;
– insuficiente reconhecimento do papel da ONU.
 
Utilização adequada e sistemática da terminologia específica da disciplina.
 
I.3- Explicação clara de quatro dos seguintes princípios, indispensáveis à construção da
nova ordem internacional, expressos no documento:
– rejeição do uso da força como método de resolução dos conflitos;
– papel central da ONU na política internacional;
– recurso ao diálogo político para a reso lução dos conflitos;
– cumprimento dos princípios da Carta das Nações Unidas;
– respeito pelo direito internacional;
– democratização e humanização das relações internacionais;
– respeito pelos direitos humanos.
 
Utilização adequada e sistemática da terminologia específica da disciplina.