sábado, 10 de novembro de 2012
Objectivos para o 2º teste de Historia da Cultura e das Artes
Módulo II – A Cultura do Senado
A Lei e a Ordem no Império
Grupo I
-Localizar o Império Romano no seu apogeu, no espaço e no tempo
-Conhecer os factores de construção e coesão do império
-Conhecer a evolução política de Roma desde a República até ao regime Imperial
-Descrever o poder de Octávio César Augusto
-Conhecer o cosmopolitismo económico, social, político e cultural da cidade de Roma
-Descrever o Urbanismo romano como modelo
-Descrever a malha urbana das cidades romanas
-Explicar a importância do Fórum
Uma Cultura Pragmática
Grupo II
-Conhecer a evolução do latim
-Perceber a importância do latim como factor de união do império
-Integrar a prática do ócio no contexto da “pax romana” e da prosperidade imperial
-Conhecer as principais manifestações culturais romanas
-Relacionar os ócios mais procurados com os valores do homem romano
-Sublinhar a importância do Circo romano
-Conhecer a dimensão social dos banhos
-Reconhecer o gosto pelas artes entre a elite romana
Entre o Belo e o Útil: a Arquitectura Romana
Grupo I
-Localizar o Império Romano no seu apogeu, no espaço e no tempo
-Conhecer os factores de construção e coesão do império
-Conhecer a evolução política de Roma desde a República até ao regime Imperial
-Descrever o poder de Octávio César Augusto
-Conhecer o cosmopolitismo económico, social, político e cultural da cidade de Roma
-Descrever o Urbanismo romano como modelo
-Descrever a malha urbana das cidades romanas
-Explicar a importância do Fórum
Uma Cultura Pragmática
Grupo II
-Conhecer a evolução do latim
-Perceber a importância do latim como factor de união do império
-Integrar a prática do ócio no contexto da “pax romana” e da prosperidade imperial
-Conhecer as principais manifestações culturais romanas
-Relacionar os ócios mais procurados com os valores do homem romano
-Sublinhar a importância do Circo romano
-Conhecer a dimensão social dos banhos
-Reconhecer o gosto pelas artes entre a elite romana
Entre o Belo e o Útil: a Arquitectura Romana
Grupo III
-Conhecer os aspectos originais da arquitectura romana a partir da fusão entre as influências grega e etrusca
-Enumerar as inovações técnicas introduzidas pelos romanos na arquitectura
-Distinguir arquitectura religiosa, pública, privada e comemorativa
-Descrever as características do templo romano
-Enumerar os elementos construtivos mais significativos no fórum.
-Reconhecer a importância das estradas e pontes como instrumentos de formação e coesão do império
-Relacionar a arquitectura privada com o estatuto social
-Explicar o papel da arquitectura comemorativa
-Conhecer os aspectos originais da arquitectura romana a partir da fusão entre as influências grega e etrusca
-Enumerar as inovações técnicas introduzidas pelos romanos na arquitectura
-Distinguir arquitectura religiosa, pública, privada e comemorativa
-Descrever as características do templo romano
-Enumerar os elementos construtivos mais significativos no fórum.
-Reconhecer a importância das estradas e pontes como instrumentos de formação e coesão do império
-Relacionar a arquitectura privada com o estatuto social
-Explicar o papel da arquitectura comemorativa
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Mercantilismo
RESUMO
ANTIGO REGIME – Conceito
Características
ABSOLUTISMO E MERCANTILISMO:
·
Estado
moderno e a sua expressão Política: ABSOLUTISMO
·
Estado
Moderno e a sua expressão Económica: MERCANTILISMO
ABSOLUTISMO MONÁRQUICO: A Monarquia Absolutista resulta da centralização do
Poder Político nas mãos dos REIS, advinda da aliança do Rei com a Burguesia.
TEÓRICOS DO ABSOLUTISMO
Maquiavel – (Florentino) Obra Principal: “O Príncipe” – Traz
a secularização do Poder, ou seja, critica a interferência da Igreja nos
assuntos Políticos.
Jacques Bossuet (Francês) – Obras principais: “A Política segundo as Sagradas
Escrituras”.
Determina o poder político do Rei como sendo de origem
divina. “O REI manda porque tem a benção de Deus”
MERCANTILISMO
- Mercantilismo – políticas económicas do Estado
Moderno que defende a acumulação de capitais. São rica as nações que conseguem
acumular capitais.
PRÁTICAS MERCANTILISTAS:
·
Acumulação de capitais
·
Balança de comércio favorável – desenvolvimento de uma política de maior
exportação e menor importação
·
Protecionismo – Altas taxas alfandegárias
·
Intervenção Estatal - para garantir o crescimento e o
desenvolvimento da indústria local e evitar as importações e patrocinar as
exportações;
·
Os Monopólios – o privilégio – o direito de
exclusividade de exploração de uma área ou de um determinado produto
- O grupo que mais beneficiou dos monopólios foi a burguesia económica.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
HCA - veja o vídeo sobre a grecia clássica
http://www.youtube.com/watch?v=4YSC91SZ2DI&feature=related
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
História 11º - SABERES E COMPETÊNCIAS PARA O TESTE 2
SABERES
E COMPETÊNCIAS PARA O TESTE 2
A – A Europa
dos Parlamentos nos séculos XVII e XVIII: sociedade e poder político
1. Caracterizar o regime
sociopolítico da República das Províncias Unidas.
2. Contextualizar a teoria do mare
liberum.
3. Expor os acontecimentos
mais relevantes da história política inglesa, no século XVII.
4. Evidenciar o carácter
liberal do regime parlamentar.
5. Aplicar a filosofia
política de John Locke ao parlamentarismo inglês.
6. Contrapor o modelo
sociopolítico absolutista ao modelo parlamentar.
7. Aplicar o conceito de Parlamento.
Ä Informações
no manual, páginas 58 a 67
Ä Ficha 4 do
Caderno do Aluno
B – O triunfo
dos Estados e dinâmicas económicas nos séculos XVII e XVIII
8. Enunciar os princípios
mercantilistas.
9. Enquadrar na teoria
mercantilista as políticas de Cromwell e de Colbert.
10. Comparar o mercantilismo
inglês com o mercantilismo francês.
11. Justificar a fragilidade
do equilíbrio europeu nos séculos XVII e XVIII.
12. Relacionar o Capitalismo
comercial, o protecionismo económico e a corrida às áreas coloniais com o
agudizar das tensões internacionais.
13. Identificar as áreas
coloniais disputadas pelos Estados atlânticos.
14. Aplicar os conceitos de Mercantilismo, Balança
comercial, Protecionismo, Manufaturas, Capitalismo
comercial e Exclusivo colonial.
15. Mencionar as inovações
agrícolas inglesas e explicar a sua importância para o sucesso económico da
Inglaterra.
16. Referir o contributo do
crescimento demográfico e da urbanização para o desenvolvimento económico
inglês.
17. Avaliar o impacte do
alargamento dos mercados na economia inglesa.
18. Sublinhar os progressos
que se verificaram no sistema financeiro inglês.
19. Aplicar os conceitos de Companhia
monopolista, Mercado nacional e Bolsa de Valores.
20. Explicar o que foi a Revolução
Industrial e descrever o contexto em que ela ocorreu.
21. Enunciar os fatores que
impulsionaram os progressos no setor algodoeiro e em que semanifestou o seu
dinamismo.
22. Esclarecer o papel da
metalurgia e as vantagens do vapor no desenvolvimento industrial inglês.
23. Mencionar as consequências
da Revolução Industrial iniciada em Inglaterra.
24. Relacionar a adoção de medidas
mercantilistas em Portugal com a crise comercial de 1670-92.
25. Referir as principais
medidas do conde da Ericeira (o “Colbert português”).
26. Justificar o retrocesso na
política industrializadora do Conde das Ericeira.
27. Explicar por que o ouro
brasileiro foi apropriado pelo mercado britânico.
28. Caracterizar a crise
demeados do século XVIII em Portugal.
29. Caracterizar a política
económica do Marquês de Pombal.
30. Enunciar as medidas de
fomento manufatureiro, de reorganização do comércio e de alteração da ordem
social encetadas pelo Marquês de Pombal.
31. Avaliar os resultados da
política económica de Pombal.
Ä Informações
no manual, páginas 78 a 121
Ä Fichas 5 e
6 do Caderno do Aluno
HCA -ficha formativa sobre a Pintura e cerâmica
http://www.leonelcunha.com/aulashca/documentos/mod1/9grecia_Pintura_Ceramica.pdf
http://www.leonelcunha.com/aulashca/documentos/mod1/ficha-atividade7.pdf
1. Explica a importância da cerâmica e da pintura gregas para fazermos uma
análise social e cultural dos períodos em estudo.
2. Refere duas funções dos vasos gregos.
3. A pintura da cerâmica grega pode dividir-se em três grupos:
- Figuras negras sobre o fundo vermelho;
- Figuras vermelhas sobre o fundo negro;
- Figuras vermelhas sobre o fundo branco.
Enquadra estes grupos nos estilos conhecidos da cerâmica e pintura grega.
4. Que outros estilos é comum referir quando falamos em cerâmica e pintura
grega?
5. Que funções desempenhava a pintura executada sobre as peças de
cerâmica?
6. Que fases podes referir, no que respeita ao estilo arcaico?
6.1. Refere as suas caraterísticas.
6.2. Como é que eram representadas as figuras neste estilo?
MÓDULO 4:UNIDADE 3: TRIUNFO DOS ESTADOS E DINÂMICAS ECONÓMICAS NOS SÉCULOS XVII E XVIII
CONTEXTUALIZAÇÃO
No século XVII a afirmação da grandeza do Estado e do poder
real tornou mais evidente a recessão económica que se abateu sobre a Europa. Procurando
ultrapassá-la, elaborou-se a primeira teoria económica consistente, que ficou
conhecida como mercantilismo.
No século XVII a afirmação da grandeza do Estado e do poder
real tornou mais evidente a recessão económica que se abateu sobre a Europa. Procurando
ultrapassá-la, elaborou-se a primeira teoria económica consistente, que ficou
conhecida como mercantilismo.
Partindo do principio que a riqueza de uma nação se media
pela quantidade de metal precioso arrecadado nos seus cofres, os mercantilistas
procuram obtê-lo através de um saldo
positivo da balança comercial, fomentando as exportações e reduzindo as
importações.
Esta política económica, altamente protecionista e
competitiva, contribuiu para agudizar as tensões entre os estados europeus, que
se envolveram numa negra série de conflitos pelo domínio das áreas coloniais e
das carreiras marítimas.
Destes conflitos sai vitoriosa a Inglaterra que, em meados
do século XVIII, se impõe como potência hegemónica. Senhora de um grande
império, plena de vigor económico e de espírito inovador, será ela a inaugurar
a era industrial, consolidando assim, por muito tempo, a sua superioridade
económica.
Integrado nesta Europa turbulenta, Portugal continua a ter
no comércio o seu principal sustento. Porém, também no nosso país se tomam
medidas concertadas de fomento industrial: primeiro, sob a orientação do conde
Ericeira, como forma de debelar a grave crise do final do século XVII; depois,
sob a mão forte do marquês de Pombal, empenhado em eliminar o enorme défice da
nossa balança comercial que, durante meio século, canalizou para a Inglaterra o
ouro que nos chegava do Brasil.
in linha concetual manual adotado
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